Criador de Zelda e Mario afirma que IA generativa não prejudicará a criatividade humana

Criador de Mario defende que inteligência artificial não substitui o homem

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A ascensão da inteligência artificial generativa não representa uma ameaça para a criatividade humana, de acordo com Shigeru Miyamoto, lendário criador de franquias como Super Mario e The Legend of Zelda. Durante uma coletiva de imprensa no Japão, o diretor criativo da Nintendo afirmou que a tecnologia pode destacar ainda mais a importância das ideias e da visão individual dos desenvolvedores.

Segundo Miyamoto, a IA pode ajudar a automatizar tarefas, mas a intenção por trás de uma criação continuará sendo essencial. “Acredito que, mesmo com a evolução contínua da tecnologia, e mesmo que a IA venha a lidar com tudo, sempre haverá um papel a ser desempenhado por nós”, declarou. A Nintendo não confirmou publicamente se utiliza IA generativa no desenvolvimento de seus jogos — embora seus executivos já tenham comentado sobre o potencial da tecnologia e os riscos relacionados à propriedade intelectual.

Novidades em Night City e o universo dos RPGs

A atualização 2.5 de Cyberpunk 2077 adicionou discretamente novos itens inspirados em The Witcher 3: Wild Hunt ao RPG futurista da CD Projekt RED. Entre as novidades estão armas e peças de roupa que funcionam como referências à aventura do bruxão.

Os itens incluem a espada Sihil, a jaqueta e as calças Ursinas, além de botas, óculos, uma camiseta temática e outros equipamentos. Para obtê-los, os jogadores precisam aguardar uma mensagem de Arianne e, em seguida, procurar as recompensas no apartamento de V, protagonista de Cyberpunk 2077.

Enquanto isso, o mercado de jogos registra marcas expressivas. Phantom Blade Zero, novo jogo de ação do estúdio chinês S-Game, já teria vendido cerca de 1 milhão de cópias na Steam antes mesmo de seu lançamento, segundo estimativas de mercado. Inicialmente, o analista Rhys Elliott, da Alinea Analytics, havia apontado 500 mil unidades vendidas em pré-venda, com receita aproximada de US$ 24 milhões. O título também acumula cerca de 2,5 milhões de adições à lista de desejos da Steam, com a China como seu principal mercado. Elliott afirmou que os indicadores anteriores ao lançamento são positivos e apontam para o potencial de Phantom Blade Zero se tornar um dos grandes jogos do ano.

Por sua vez, Dispatch, jogo narrativo da AdHoc Studio, recebeu mais de 16 horas de conteúdo inédito para celebrar seu primeiro aniversário, incluindo modos de comentários e storyboard na Edição Deluxe. As novidades também incluem uma versão para dispositivos móveis, prevista para 9 de dezembro de 2026 — além de produtos oficiais e um show ao vivo com músicas da trilha sonora.

Segundo Nick Herman, codiretor criativo do jogo e diretor de operações da AdHoc Studio, a iniciativa busca oferecer novas formas de explorar o universo da produção. “Queríamos dar a eles mais maneiras de vivenciar o mundo que amam”, afirmou o desenvolvedor, destacando as experiências adicionais para os fãs e os bastidores do processo de criação.

Indícios de Half-Life 3

Half-Life 3 voltou a ganhar destaque após Mike Morasky, designer de áudio da Valve, mencionar o codinome “HLX” durante uma apresentação na GameSoundCon 2026, realizada em Burbank, na Califórnia.

Ao explicar como a empresa implementa a tecnologia HDR em seus jogos, o desenvolvedor afirmou: “Na verdade, Deadlock tem sua própria versão de HDR, HLX tem a sua, e assim por diante”. A menção reforça os rumores de que o novo Half-Life está em desenvolvimento ativo, embora a Valve não tenha anunciado oficialmente o projeto.

Segundo o informante Tyler McVicker, o jogo já seria jogável do início ao fim e estaria em fase de otimização e aprimoramento. O último lançamento da franquia foi Half-Life: Alyx, título de VR que estreou em 2020.

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