As ações da Petrobras e de outras petroleiras brasileiras registraram perdas expressivas, chegando a cair até 9%, pressionadas pelo forte recuo internacional do petróleo. O movimento negativo acompanhou a terceira sessão consecutiva de baixa nos principais contratos da commodity ao redor do globo.
Na Intercontinental Exchange de Londres (ICE), o petróleo Brent com vencimento para janeiro encerrou o pregão com uma baixa expressiva de 8,66%, o equivalente a um recuo de US$ 8,98, cotado a US$ 94,62 o barril, após ter chegado a desabar 10% durante a sessão. Paralelamente, na Nymex, o petróleo WTI para dezembro teve desvalorização de 8,29%, subtraindo US$ 7,97 e fechando a US$ 88,12 o barril.
Impacto nos papéis da Petrobras e PRIO
Refletindo o cenário externo desfavorável, a Petrobras (PETR3; PETR4) fechou o dia em forte baixa. As ações ordinárias (PETR3) sofreram uma retração de 7,64%, negociadas a R$ 53,40. Já os papéis preferenciais (PETR4) registraram queda de 7,08%, terminando o dia cotados a R$ 47,12.
Outras empresas do setor de óleo e gás também sentiram o impacto e fecharam o pregão no vermelho. A PRIO (PRIO3) despencou 8,73%, encerrando a R$ 62,14. A companhia tem divulgação de balanço do terceiro trimestre de 2026 programada para após o fechamento do mercado, nesta quarta-feira.
Desempenho de PetroReconcavo e Brava Energia
No mesmo ritmo de retração, a PetroReconcavo (RECV3) seguiu a tendência negativa do mercado, embora com menor intensidade, assinalando baixa de 3,72% e valor de fechamento a R$ 10,36.
Por sua vez, entre as maiores quedas registradas no pregão, a Brava Energia (BRAV3) destacou-se com um tombou de 9,19%, finalizando o dia negociada a R$ 16,01.
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