Uma adolescente de 13 anos, bolsista em um colégio particular de Belo Horizonte, foi vítima de uma série de graves ofensas de cunho racista, sexual e religioso logo após a divulgação do resultado das eleições. O episódio veio à tona com o envio de áudios direcionados à jovem, contendo ataques severos à sua religião de matriz africana, humilhações direcionadas à sua família por conta da condição de baixa renda e conteúdos de natureza sexual explícita dirigidos à menor.
Diante da repercussão do caso de intolerância e discriminação, a instituição de ensino onde a estudante está matriculada se manifestou publicamente. A diretoria da escola afirmou de forma categórica que não compactua com nenhum tipo de preconceito ou comportamento discriminatório dentro ou fora de suas dependências, repudiando veementemente a violência sofrida pela aluna e seus familiares.
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