O ministro das Relações Exteriores da Argentina, Pablo Quirno, utilizou as redes sociais para divulgar um balanço sobre o término da reunião de chanceleres do G20, realizada em Atlanta, nos Estados Unidos. Durante o evento, o diplomata manifestou forte apoio ao livre comércio e rechaçou a imposição de medidas protecionistas no cenário internacional.
Segundo o representante argentino, nações que respeitam as normas de concorrência não devem sofrer prejuízos decorrentes de atuações de concorrentes baseadas em “vantagens artificialmente criadas” ou em distorções do mercado global.
O chanceler aproveitou a ocasião para enfatizar que, sob a administração do presidente Javier Milei, a Argentina tem empenhado esforços na diminuição de barreiras comerciais, no avanço da desregulação e na retomada do setor privado como principal impulsor da economia.
Além disso, Quirno repudiou a aplicação de regulamentações ambientais que funcionam como “barreiras ao comércio” e elevam os custos logísticos no transporte de mercadorias. Por fim, o ministro criticou a prática do trabalho forçado, pontuando que nenhuma nação tem o direito de alcançar benefícios econômicos por meio da exploração de trabalhadores.
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