Todos Pela Educação dialoga com novas gestões estaduais sobre prioridades educacionais para 2027-2030

Todos Pela Educação debate prioridades para o ensino estadual até 2030

Educação

O movimento Todos Pela Educação iniciou uma série de conversas com governadores eleitos e reeleitos, futuros secretários e equipes de transição para debater as prioridades educacionais do ciclo de gestão de 2027 a 2030. O objetivo principal é apresentar o documento Educação Já Estados e um panorama de dados de cada região, auxiliando na formulação de políticas públicas voltadas para a melhoria do ensino básico no país.

Desafios das novas administrações estaduais

Logo no começo das novas administrações, os estados enfrentam o desafio de elaborar os Planos Estaduais de Educação (PEE), que possuem vigência decenal, além dos Planos de Ações Educacionais, criados bienalmente. Esses instrumentos especificam políticas, programas, iniciativas e a distribuição de orçamento para o período.

Diante desse cenário, o Todos Pela Educação tem fornecido suporte técnico para auxiliar na definição de prioridades e na elaboração de um plano estratégico sistêmico para o próximo mandato. Mesmo sem exigência legal, tal planejamento funciona como uma ponte entre as metas de longo prazo do PEE e as ações práticas da gestão.

Diagnóstico e indicadores educacionais

Durante os encontros, os especialistas compartilham o Panorama de Dados Educacionais, ferramenta que consolida os principais índices de qualidade da Educação Básica estadual com base em três eixos: acesso, trajetória e aprendizagem.

Também é exibido o documento Educação Já Estados, que traz um diagnóstico completo da rede de ensino e sugestões para orientar os estados na escolha de ações e prioridades para o quadriênio, tanto na administração das escolas próprias quanto no auxílio aos municípios por meio de regime de colaboração.

Novos encontros com as administrações estaduais recém-eleitas e reeleitas estão agendados para acontecer ao longo da fase de transição. As conversas destacam o debate democrático, a postura independente e suprapartidária da instituição, bem como a dedicação ao aprimoramento da Educação Básica nacional para todos, colaborando para que o poder público crie e execute políticas educacionais com maior eficiência.

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