O partido Novo divulgou neste sábado (31) um crescimento expressivo em sua base militante, somando 2,2 mil novas adesões no período de apenas 24 horas. De acordo com a própria sigla, o fluxo intenso ocorreu logo após o posicionamento em que se declara como a única agremiação a não reconhecer publicamente o triunfo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas urnas.
Segundo Eduardo Ribeiro, dirigente nacional da legenda, o salto repentino decorre da repercussão gerada pela postura adotada pela sigla. Atualmente, o partido conduz três Ações de Investigação Judicial Eleitoral (AIJEs) protocoladas junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), exigindo a cassação da chapa encabeçada por Lula e pelo vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB).
Apesar de questionar o pleito, a cúpula partidária pontua que a contestação não recae sobre o sistema eletrônico de votação. “Não estamos questionando as urnas nem a vontade dos eleitores. Estamos questionando os meios utilizados para chegar ao resultado”, afirmou Ribeiro.
O presidente da sigla argumenta que o processo perdeu equidade durante a disputa. “Uma eleição não pode ser considerada justa quando há suspeitas de uso da máquina pública para favorecer quem está no poder”, prosseguiu o dirigente.
As investidas jurídicas do Novo fundamentam-se em episódios e decisões ocorridas ao longo do ano eleitoral. No entendimento da legenda, tais atos evidenciariam o emprego da máquina administrativa e de verbas estatais em benefício dos concorrentes que buscavam a reeleição. Atualmente, todos os três processos seguem em análise na corte eleitoral.
What do you feel about this post?
Like
Love
Happy
Haha
Sad
