Em um cenário corporativo tradicionalmente dominado por diplomas de MBA e práticas de mindfulness, uma abordagem muito menos convencional desponta como ferramenta de desenvolvimento executivo: a vivência direta dos esportes de combate e a resiliência adquirida ao cair e se levantar no tatame.
A relação com as lutas, no entanto, costuma ser construída ao longo do tempo. A trajetória com as artes marciais teve início ainda na infância, aos 8 anos, nos treinos de caratê. Mais tarde, durante o período universitário, houve uma rápida passagem pela capoeira, seguida por um breve flerte com o kung-fu wushu.
A grande virada de chave aconteceu em 2018, quando o jiu-jítsu entrou em cena “por acidente”. O impacto foi imediato: um encantamento instantâneo que se consolidou logo no primeiro dia de treino, revelando uma conexão profunda entre a disciplina das lutas e os desafios práticos da liderança.
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