Fundada em 1941 no Rio de Janeiro, a Sauer comemora os 85 anos com um livro publicado pela editora Assouline. A obra percorre encontros, descobertas e memórias que construíram o legado da joalheria, a começar pela história de Jules Sauer. A busca do designer francês por pedras extraordinárias ajudou a estabelecer o reconhecimento internacional das gemas brasileiras.
A data também é celebrada com uma coleção de 35 peças, desenvolvidas por Stephanie Wenk, à frente da direção criativa da casa desde 2013. Como era de se esperar, as pedras coloridas são as protagonistas: há turmalinas verdes e Paraíba, águas-marinhas, safiras azuis, esmeraldas, topázios imperiais e rubis. O arco-íris, uma das assinaturas da marca, reaparece em novas combinações, enquanto ônix, cristal de rocha, lápis-lazúli e calcedônia exploram contrastes entre cor, transparência e geometria.
Entre os destaques estão a reinterpretação do anel Constellation, premiado no Diamonds International Awards em 1966, e o colar Yvonne, um dos modelos mais reconhecidos da grife, que aparece pela primeira vez em versão de alta joalheria. “Vejo a história da Sauer como um repertório vivo, em que uma forma, uma lembrança ou um encontro podem ganhar novos sentidos”, afirma Stephanie.
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