A procura por processos de migração disparou 500% da noite para o dia após o pleito presidencial, saltando de uma média de 50 para 300 solicitações diárias entre o domingo e a segunda-feira, de acordo com dados divulgados por uma companhia especializada no setor.
O empresário Leonardo Freitas, fundador e CEO da Hayman Woodward, escritório de advocacia migratória sediado em Washington, nos Estados Unidos, e em Dubai, aproveitou suas redes sociais para se dirigir aos seus mais de 180 mil seguidores. Ele ofereceu assessoria jurídica para deixar o país àqueles que demonstraram insatisfação com o desfecho da disputa eleitoral.
Em uma gravação publicada em seu feed, Freitas argumenta que o triunfo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) constitui um entrave para quem reprova o veredito das urnas, posicionando sua empresa como o caminho viável para a mudança.
“Você tem um problema, você não está satisfeito com o resultado das eleições do Brasil e agora você não sabe o que fazer”, diz no começo do vídeo.
“Se você tem vontade de migrar para os Estados Unidos, Europa, Emirados Árabes Unidos, Singapura, inclusive outros países pelo mundo, nós temos a solução para você. Uma solução rápida, segura e totalmente legal”, prossegue.
Através dos stories, ao compartilhar uma notícia que noticiava Lula como presidente eleito, o executivo comentou: “E você achando que o Brasil é um país sério… que tal passar os próximos cinco anos fora do Brasil?”. Em outra postagem, ponderou: “independente do resultado final, se os últimos acontecimentos não te convenceram a tirar todo o seu patrimônio de longo prazo do Brasil, eu não sei o que irá”.
Conforme o escritório, a Região Sul concentra a parcela majoritária das novas demandas por vistos protocoladas após o pleito. Historicamente, a empresa acumula a marca de mais de 55 mil aprovações de green cards — o documento de residência permanente norte-americano — ao longo de sua trajetória no mercado.
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